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Sinsenat e CMAS exigem respostas da Semtas à denúncia feita por trabalhadores da assistência social


Em reunião do Conselho Municipal de Assistência Social de Natal na manhã desta quarta-feira, 9, o Sinsenat pautou o debate acerca da situação dos servidores públicos municipais responsáveis pela assistência social na capital potiguar, que têm trabalhado sem as condições adequadas para lidar com o cenário de pandemia mundial.


“O sindicato tem recebido muitas denúncias, seja pela baixa qualidade dos equipamentos de proteção individual distribuídos, ou pela falta de atenção e cuidado da Semtas com esses servidores”, afirmou Eliane Silva, assistente social da Semtas, diretora do Sinsenat e membro do CMAS.


Esses trabalhadores essenciais, que amparam diversas áreas e atuam na linha de frente de combate à covid-19, com foco nas pessoas em situação vulnerável e de risco social, denunciam a precariedade dos equipamentos de proteção individual (EPIs) e de higienização dos locais e equipamentos que precisam acessar.


O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) se manifestou contra essa falta de atenção da secretaria e o posicionamento do coletivo é enfático sobre a segurança dos funcionários e dos usuários. Rodrigo Xavier, presidente do conselho, disse que um ofício deverá ser encaminhado à Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social de Natal (Semtas) ainda esta quarta, questionando a quantidade e valores gastos na compra dos EPIs, a utilização dos recursos federais destinados ao combate à covid-19, cobrando um plano de distribuição dos equipamentos de proteção, de sanitização e demais ações para minimizar os números crescentes de casos da doença entre servidores, terceirizados e usuários dos serviços, e com solicitação à secretaria para que ela realize testagens e garanta as condições de trabalho para o atendimento aos usuários.

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